Quero abolir os pontos finais
Quero viver as exclamações e interrogações
E quando finalmente tiver dito
[tudo aquilo que queria dizer
Quero terminar com reticências
Eu sou finito...
Minha História não!
Dizem que quem esta sempre viajando é porque esta procurando "algo". Bem se assim o é... espero nunca enontrar!
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
poesia 2006 (3)
Ando so
E por isso sempre tenho companhia
E ai voce me fala em verdade, realidade
Nao percebe que eu grito possibilidades
E ao caminhar pela rua invento caminhos
Ando reto
Em circulos
Ando leve
Em paz
Ando so
Voce me pergunta onde quero chegar
Nao entendo a pergunta
Pois nao escolho um camino
Mas mordisco a todos
E assim vc nao acredita q eu te amo
Sem perceber q è assim q posso te amar
Nao e o caos que me incomoda
É a ordem desordenada
Nao é nao saber o q fazer
É nao poder fazre nada
Nao é o deserto seco
É estar sò na multidao
Nao é sofrer por amor
Mas simplesmente nao ter pelo que sofrer
________________________________________________________
02-out-2006
O padrao caotico
A miriade de percepçao
Estamos nos afogando
E tudo que temos
Seja para salvaçao ou redençao
È uma boia de sabao
01-out-2006
Os desenhos repetidos
Nas palavras caladas
Pela voz da intolerancia
No medo e na pura arrogancia
Seja pela falta de paixao
E as vezes creio que seja mesmo de um coraçao
Voce foge
Se contorce
Em acoes mordases
Que ao fim te ferem mais
Que o alvo em que atiras
_____________________________________________________________
8-out-2006
Teu corpo nu em meu corpo
Se mistura se dilui
De dois somos um
De dois somos todos
E tambem nenhum
Num sexo sem nexo
Escrevendo um texo
E lendo um contexto
Invento um passado
Negando um futuro
E amando o presente
Te exploro
Nas tuas curvas
Vou sempre reto
Certo do gozo
Que vem em cada gesto
Em cada gosto
E no desenho formoso
Desse fosso que nos une
E separa
E por isso sempre tenho companhia
E ai voce me fala em verdade, realidade
Nao percebe que eu grito possibilidades
E ao caminhar pela rua invento caminhos
Ando reto
Em circulos
Ando leve
Em paz
Ando so
Voce me pergunta onde quero chegar
Nao entendo a pergunta
Pois nao escolho um camino
Mas mordisco a todos
E assim vc nao acredita q eu te amo
Sem perceber q è assim q posso te amar
Nao e o caos que me incomoda
É a ordem desordenada
Nao é nao saber o q fazer
É nao poder fazre nada
Nao é o deserto seco
É estar sò na multidao
Nao é sofrer por amor
Mas simplesmente nao ter pelo que sofrer
________________________________________________________
02-out-2006
O padrao caotico
A miriade de percepçao
Estamos nos afogando
E tudo que temos
Seja para salvaçao ou redençao
È uma boia de sabao
01-out-2006
Os desenhos repetidos
Nas palavras caladas
Pela voz da intolerancia
No medo e na pura arrogancia
Seja pela falta de paixao
E as vezes creio que seja mesmo de um coraçao
Voce foge
Se contorce
Em acoes mordases
Que ao fim te ferem mais
Que o alvo em que atiras
_____________________________________________________________
8-out-2006
Teu corpo nu em meu corpo
Se mistura se dilui
De dois somos um
De dois somos todos
E tambem nenhum
Num sexo sem nexo
Escrevendo um texo
E lendo um contexto
Invento um passado
Negando um futuro
E amando o presente
Te exploro
Nas tuas curvas
Vou sempre reto
Certo do gozo
Que vem em cada gesto
Em cada gosto
E no desenho formoso
Desse fosso que nos une
E separa
Raio e luz e sombra
Raio de luz e sombras
Atinge o ceu e treme a terra
No mar as ondas
Que acalmam a ferra
Ao ouvir o raio
Ve na alma o silencio
Pois no seu oceano não ha ondas
Não ha agua
So a luz daquele raio
O nome do raio é escolha
O nome da ferra hàbito
O nome do ouvinte ..... vida
Atinge o ceu e treme a terra
No mar as ondas
Que acalmam a ferra
Ao ouvir o raio
Ve na alma o silencio
Pois no seu oceano não ha ondas
Não ha agua
So a luz daquele raio
O nome do raio é escolha
O nome da ferra hàbito
O nome do ouvinte ..... vida
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
NAO PRECISO DE NOTAS POIS ESCREVO MINHAS CANSOES NO VENTO
NAO PRECISO DE AOCORDES TENNHO O CAOS
NAO PRECISO DE INSTRUMENTO TENHO MINHA MENTE
NAO PRECISO DE PALAVRAS TENHO SENSAçOES
Brinco e danço e canto e silencio e vivo e morro
Sou cinzas sou ave
Sou fenix
Sou um estrangeiro
Estou de passagem
Sou turrista
Imigrante
Bom vivante
Nao durmo
Nao acordo
Sonho
Salto caio quebro conserto corro paro olho sinto amo choro tenho saudades sorrio gargalho
Vou no contra-senso sigo os sentidos na mao da contra-mao
Olho no olho do furacao
Sou mobile
Sou furacao
Sou brisa ventania calmaria
Sou marè cheia seca
Nao sou ninguem
Nao sou alguem
Apenas sou
Apenas vou
NAO PRECISO DE AOCORDES TENNHO O CAOS
NAO PRECISO DE INSTRUMENTO TENHO MINHA MENTE
NAO PRECISO DE PALAVRAS TENHO SENSAçOES
Brinco e danço e canto e silencio e vivo e morro
Sou cinzas sou ave
Sou fenix
Sou um estrangeiro
Estou de passagem
Sou turrista
Imigrante
Bom vivante
Nao durmo
Nao acordo
Sonho
Salto caio quebro conserto corro paro olho sinto amo choro tenho saudades sorrio gargalho
Vou no contra-senso sigo os sentidos na mao da contra-mao
Olho no olho do furacao
Sou mobile
Sou furacao
Sou brisa ventania calmaria
Sou marè cheia seca
Nao sou ninguem
Nao sou alguem
Apenas sou
Apenas vou
Terra escrita
Quero escrever, mas quero faze-lo em novo terreno, mais terra nao escrita.
Quero sentir o novo das palavras que ainda devem ser plantadas.
As alvoradas dos desejos nos brejos experimentados
Perdido nos abraços e nos laços de tantos outros braços
Aos berros, aos versos
Nas notas baixas dos contra-baixos
No desconpaso da fogueira
Debaixo da larangeira
No fundo meu quintal
Quero sentir o novo das palavras que ainda devem ser plantadas.
As alvoradas dos desejos nos brejos experimentados
Perdido nos abraços e nos laços de tantos outros braços
Aos berros, aos versos
Nas notas baixas dos contra-baixos
No desconpaso da fogueira
Debaixo da larangeira
No fundo meu quintal
.......
La mia anima brucia
Il mio fuoco chiama
La tua bocca bacia
La mia testa sente
Il tuo corpo parla
Ma non dice niente
Non è bisogno
Perché sei
Sei quell’ attimo
Quello
Il mio fuoco chiama
La tua bocca bacia
La mia testa sente
Il tuo corpo parla
Ma non dice niente
Non è bisogno
Perché sei
Sei quell’ attimo
Quello
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