Mostrando postagens com marcador Lisboa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lisboa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de agosto de 2009

poesia 2006 (2)

O quão proximo pode estar a distancia
Que muitas vezes não se sente o cheiro
Das palavras coloridas com cores inventadas
Do olhar que nada ve...que mira o vazio

Nas mãos sujas de nada
Que tocam a tudo
Mudando a tudo
E nada sentem

Pois tudo mudou
No som mudo
Uma dança sem ritmo
Escrita com poesias de palavras sem forma
Que no conteudo levam
A verdade
Vaidade
Liberdade

Depende
Quem tem olhos pra ouvir
Boca pra calar
E ouvidos pra distorcer

Qual a distancia do infinito....?
Qual a distancia finita...?

Seja como for....
Na proxima distancia
Me manterei distante
Talvez por um instante ..... não sei

poesia 2006

Mais uma vez perdido e sosinho na multidão
Com aquele silencio barulhento em minha mente
Com aquele aperto no peito de quem não sabe o que sabe
Não tenho pra onde voltar
E de todos os lugares que posso ir
Simplesmente deixo de existir
Minha força se desfaz
No encontro daquele olhar

E se me ve .... eu não sei
Mas que toca minha alma
E mexe no intangivel
Do meu castelo de cartas
E descubro que simplesmente não tenho defesa
Não ha inimigo

Mas o que fazer quando a guerra é a unica paz que se conhece
Se luta... perde...desaparece
E ainda asssim se encontra
Pois no espelho so ha cinzas
Da guerra virtual dos meus demonios

Tenho medo de perder meu mundo
Mas não sei que mundo é esse
Eu sou um estranho
E quando me vejo
Não encontro

Nem guerra.. nem paz
So o vazio
De tudo que era pra ser

Ela me chama ... não escuto
Não posso
Pois minha mente cala
O que meu coração grita
Grita! Grita! E cala
Pois no cale-se se esconde o vinho venenoso
Que a cada instante tira sulcos da minha carne
E que se chama ................