quinta-feira, 29 de julho de 2010

Manifesto

A New
Manifesto

We live in a time of unprecedented advances in science and technology. The world is ever more globalised and interconnected. Yet poverty is deepening, the environment is in crisis and progress towards the Millennium Development Goals has stalled.

Global annual spending on research and development exceeds a trillion dollars. Military and security-related applications are the single largest area of expenditure. Yet every day in poorer parts of the world, thousands of children die from waterborne diseases, more than a billion people go hungry and more than a thousand die in pregnancy and childbirth. At the same time, future generations face huge social, environmental and economic challenges from threats such as climate change. Yet global governance, economics and politics frequently work against the interests of poorer countries and people, worsening inequalities.

Meeting these interlinked global challenges of poverty reduction, social justice and environmental sustainability is the great moral and political imperative of our age. Science, technology and innovation of many kinds have essential roles to play in this. But along with many others, the STEPS Centre believes that this imperative can only be fulfilled if there is a radical shift in how we think about and perform innovation. By innovation, we mean new ways of doing things. This includes not only science and technology, but – crucially – the related array of new ideas, institutions, practices, behaviours and social relations that shape scientific and technological patterns, purposes, applications and outcomes. Central to this, is a move away from progress defined simply by the scale or rate of change – about who is 'ahead’ or 'behind’ in some presumed one-track race. Instead, attention must focus on the many alternative directions for scientific, technological and associated institutional change. In short, we need a new politics of innovation. This is not about being 'pro’ or 'anti’ science or technology, but about addressing real questions of choice: 'which science?’, 'what technology?’ and, especially, 'whose innovation?’ and 'what kinds of change?’ In other words, we need to foster more diverse and far more fairly distributed forms of – and directions for – innovation, towards greater social justice.

At the heart of this shift in the global innovation agenda is a greater respect for cultural variety, regional diversity and democratic accountability. Such a shift is possible. Indeed, in inspirational initiatives in many places around the world, it is already happening. But these efforts are often fragmented, poorly supported and resisted by unequal power relations. To challenge these forces means promoting innovation that really works for currently marginalised people and jeopardised environments. This requires the opening up of new political spaces, drawing in social movements, smaller businesses and excluded voices. The result will be more vigorous deliberation and argument over the many possible styles and directions for research and innovation. It also means radically changing the ways in which innovation is shaped, through: agenda setting, funding, capacity building, organisational arrangements and monitoring, evaluation and accountability. We take up each of these specific challenges in our final recommendations.

This New Manifesto lays out a political position, as seen from the particular vantage point of a single research centre concerned with these challenges. Yet our purpose is not to assert a single view. Most importantly, we hope to help catalyse and provoke more vibrant and explicitly political debate over global patterns and directions of innovation. In this spirit, we provide a host of links to more detailed examples and analysis on the associated New Manifesto website, www.anewmanifesto.org.

While not pretending to achieve a representative synthesis, the production of this Manifesto has also learned much from – and owes much to – many colleagues, collaborators and critics. Most valuably, this includes the hundreds of participants in 20 roundtables in countries from China to Venezuela, India to Zimbabwe, Nigeria to Sri Lanka. As part of our wider New Manifesto initiative, the STEPS Centre is committed to assisting further processes of dialogue and argument about innovation, using our own website as a platform for divergent voices – including those critical of our own stance. Our aim is not only to foster debate, but to catalyse action. This will inevitably take contrasting forms in diverse places. Our hope is that – together with many other parallel initiatives worldwide – this will help result in more diverse and equitably distributed forms and outcomes of innovation.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Sempre existe uma saida....

Filosofia da Cerveja

Um professor de filosofia, parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e o encheu com pedras de uns 2 cm de diâmetro. Olhou para os alunos, e perguntou se o vidro estava cheio.

Todos disseram que sim.

Ele então, pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos, jogou-os dentro do vidro agitando-o levemente, os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.

Tornou a perguntar se o vidro estava cheio.

Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!

Dessa vez, pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro reenchendo o restante.

Olhando calmamente para as crianças o professor disse:

- Quero que entendam, que isto, simboliza a vida de cada um de vocês. As pedras, são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a vida. Os pedregulhos, são as outras coisas que importam: como o emprego, a casa, um carro… A areia, representa o resto: as coisas pequenas… Experimentem colocar, a areia primeiro no vidro, e verão que não caberá as pedras e os pedregulhos… O mesmo vale para suas vidas.

Priorizem, cuidar das pedras, do que realmente importa.

Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!

Após ouvirem a mensagem tão profunda, um aluno perguntou ao professor se poderia pegar o vidro, que todos acreditavam estar cheio, e fez novamente a pergunta:

- Vocês concordam que o vidro esta realmente cheio?

Onde responderam, inclusive o professor:

- Sim está!

Então, ele derramou uma lata de CERVEJA dentro do vidro. A areia ficou ensopada, pois a cerveja foi preenchendo todos os espaços restantes, e fazendo com que ele, desta vez ficasse realmente cheio. Todos ficaram surpresos e pensativos com a atitude do aluno, incluindo o professor.

Então ele explicou:

- NÃO IMPORTA O QUANTO SUA VIDA ESTEJA CHEIA DE COISAS E PROBLEMAS, SEMPRE SOBRA ESPAÇO PARA UMA CERVEJINHA!

Frase femininas... (Internacional)

1 – Eu não tenho roupas! – Mesmo olhando para 832 peças espalhadas pela cama, não consegue visualizar nada que vista bem, a crise se torna um surto quase psicótico e a frase “Eu não tenho roupas!” é tudo que ela consegue pensar e dizer.

2 – Já estou indo – É a frase preferida quando seu marido ou namorado tenta te arrastar pra fora de casa, mas você ainda está finalizando a maquiagem ou o cachorro sumiu com seu sapato. E claro, essa frase também é desencadeada pela frase 1. Se você, marido/namorado, ouvir um “Eu não tenho roupas!” prepare-se para uma, ou várias, remessas de “Já estou indo”. Enfim, essa é uma frase pra qualquer situação, que também pode ser interpretada como “Não enche o saco, porra!”

3 – Estou gorda – Estou gorda é quase um mantra feminino. O que quero dizer é que o “Estou gorda” pode tanto significar um “Estou obesa!” quanto um “Sou magra, mas as banhas estão sobrando”.
E claro, a frase “Estou gorda!” é quase sempre precedida pela frase 1. É muito comum ouvir: “Eu não tenho roupas…estou gorda!”. Em casos mais crônicos, o “Estou gorda” aparece entre as frases 1 e 2: “Eu não tenho roupas, estou gorda!….já estou indo, amor!”

4- Segunda-feira começo o regime - Dispensa maiores comentários, essa frase também costuma vir acompanhada de outras: “Eu não tenho roupas, estou gorda!…Segunda-feira começo o regime. Já estou indo, amor..”

5- Não vou comprar mais roupas/sapatos no próximo inverno! – É a frase que toda mulher reproduz ao sair de um shopping com os braços fartos de sacolas e com uma grande sensação de vazio na carteira. Afinal, você não podia perder aquela liquidação de inverno, então comprou tudo que conseguiu, com a desculpa de não precisar comprar mais nada no próximo inverno.

6 – Tudo bem, não foi nada… – Frase amplamente dita aos namorados/maridos após eles fazerem uma merdinha. Ou melhor, frase amplamente dita aos namorados/maridos depois daquela discussão provocada pelas frases: “Eu não tenho roupas, estou gorda!…Segunda-feira começo o regime. Já estou indo, amor..”


cogumelouco.com

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Muito bom... assista até o final....

alunos inteligentes

Professor: O que devo fazer para repartir 11 batatas para 7 pessoas?
Aluno: Purê de batata, senhor professor!

Professor:- Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno:- Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
Professor: - Mais depressa!
Aluno :- Nós corremos, vós correis, eles correm!

Professor: "Chovia" que tempo é?
Aluno: É tempo ruim, senhor.

Professor: Quantos corações nós temos?
Aluno: Dois!
Professor: Dois!?
Aluno: Sim, o meu e o seu!

Dois alunos chegam tarde e justificam-se:
- O 1º Aluno diz: Acordei tarde! Sonhei que fui à Polinésia e a viagem demorou muito.
- O 2º Aluno diz: E eu fui esperá-lo no aeroporto!

Professor: Diga o nome de cinco coisas que contenha leite...
Aluno: Um queijo e quatro vacas.

Um aluno de Direito foi fazer exame oral: O que é uma fraude?
Resposta do aluno: É o que o Professor está fazendo.
O professor muito indignado: Ora essa, explique-se...
O aluno responde: Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!

PROFESSORA: Maria, aponte no mapa onde fica a América do Norte.
MARIA: Aqui está.
PROFESSORA: Correto. Agora turma, quem descobriu a América?
TURMA: A Maria.

PROFESSORA: Joãozinho, me diga sinceramente, você ora antes de cada refeição?
Joãozinho: Não professora, não preciso... A minha mãe é uma boa cozinheira.

PROFESSORA: Artur, a sua redação "O Meu Cão" é exatamente igual à do seu irmão. Você copiou?
ARTUR: Não, professora. O cão é que é o mesmo.

PROFESSORA: Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados?
BRUNO: Professora



Autor: youtoba.tv

Melhor baterista !!!!!!!!!!